Fazer vídeos em 4K é relevante em 2021?

Adoro perguntas que a gente precisa começar a responder com “depende”… 😉

Atualmente, já há situações em que fazer vídeos em 4K, são uma necessidade. Há outras em que isso isso é um capricho dispensável.

Nas redes sociais, até hoje, sempre disse que vídeos em 4K são um trambolho inútil — é caro pra você e, na outra ponta, o espectador não liga a mínima pra isso.

Será que a hora de mudar a minha opinião chegou?!

Os custos de produzir vídeo em 4K

O celular que você tem, nas suas mãos, provavelmente faz vídeos em 4K — ou seja, você não precisa comprar nenhuma câmera nova para começar a trabalhar nesta resolução.

Mas não se iluda. Na produção de vídeos, a câmera é quase sempre a parte mais barata.

Na pós-produção, editar vídeos em 4K vai requerer um computador bem mais parrudo do que este, que você comprou há 3 anos. Alguns videomakers diriam que você deveria começar com uma máquina mais atualizada, com um processador Intel i7 ou AMD Ryzen 7 com 32 Gb de memória RAM.

O armazenamento é uma parte importante, que precisa ser considerada. Não basta ter um SSD ultrarrápido na máquina principal de trabalho. Você vai precisar ter backups.

Pois é… eu falei que o custo da câmera é irrisório, perto de todos os outros investimentos que você precisa fazer para trabalhar com produções em 4K? Acho que sim.

Aqui, até dá pra economizar, comprando discos rígidos (HDDs) em vez de SSDs. E você vai precisar de muitos dispositivos, com capacidades de armazenamento na casa dos terabytes.

Eu tenho um conhecido, youtuber, que faz seus vídeos todos em 1080p (Full HD), depois ele faz o upscaling para 4K e sobe pro Youtube. Portanto, os backups dele são todos em 1080p (Na verdade, nem sei se ele faz backup… )

Em outras palavras, é possível ainda se livrar com algumas gambiarras — mas não sei por quanto tempo.

E, antes de irmos ao próximo tópico… Sim! Vai precisar de um monitor UHD, pra fazer a edição, sim. 😉

Quando fazer vídeos em 4K é obrigatório.

Se eu fosse me casar e estivesse para contratar uma equipe de fotografia e filmagem, acredite, não aceitaria menos que 4K de resolução nos vídeos.

Tenha em mente que o 1080p é uma tecnologia, já com 20 anos de idade. O Blu-ray, lançado em 2006, completa 15 anos em 2021.

Daqui a 20 anos, vídeos em FullHD terão a aparência de 40 — ou seja, envelhecerão muito mal, a partir de hoje.

Na minha opinião, qualquer evento já precisaria ser filmado em UHD (Ultra High Definition).

E muitos clientes não vão precisar ser convencidos de que vale a pena fazer este investimento.

Quando criar em UHD é, provavelmente, uma estupidez

Nas redes sociais, pra postar no Tik Tok, nos stories do Instagram, do Twitter ou para postar vídeos opinativos sobre atualidades no Youtube. Para tudo o que for passageiro ou especificamente voltado para o público que vai assistir na tela pequena do celular, use baixa definição.

É a mesma lógica de tirar fotos em 20 megapixels e, na edição, reduzir para 2 megapixels antes de postar nas redes sociais.

Todas as plataformas, usam algoritmos de compressão para reduzir o tamanho das suas imagens (seja em vídeo ou foto) e, como consequência, há sempre uma queda perceptível na qualidade.

É inútil subir vídeos em UHD, que irão perder relevância nas próximas 24h.

Você vai gastar armazenamento no seu aparelho (se não apagar o conteúdo) ou no seu plano de armazenamento nas nuvens.

Se estiver dentro de uma franquia de dados para acessar a Internet, o golpe vai ser duro no seu bolso.

Conclusão

Para vídeos profissionais — aonde o seu cliente está pagando pelos seus investimentos — trabalhar em UHD, é mandatório.

Você deveria estar se preparando para perguntar aos seus clientes se estão dispostos a investir em conteúdo produzido em 8K. Esta é a verdadeira questão, no ano de 2021.

Para quem está produzindo conteúdo pro Youtube, depende do conteúdo e do seu destino, como abordamos acima.

Para as redes sociais e neste ambiente de conteúdo descartável, faça um grande favor a todos e a você mesmo… não gaste dinheiro, nem o tempo das pessoas, à toa 😉

As lentes dos meus sonhos (full frame)

Recentemente, falei do kit (câmera + lente) dos meus sonhos. Como eu disse, naquele post, estou supersatisfeito com a minha câmera atual e o que realmente embala os meus sonhos mais selvagens, são algumas objetivas.

Prometo fazer um post somente sobre as lentes APS-C, que me dão água na boca. Mas neste, só incluirei as lentes voltadas para as DSLR full frame da Canon.

Vamos separar os sonhos em 3 categorias: até US$ 550.00, até US$ 1,500.00 e, por fim, até 3 mil dólares.

Se tiver curiosidade, clique nos links ao final do artigo, para ver aonde comprar e obter mais informações.

Qual lente eu compraria por até 550 dólares.

Basicamente, 2 lentes surgem no meu radar, dentro desta faixa de preço:

  • Canon EF 28mm f/2.8 IS USM — esta é uma distância focal que eu gosto muito para fazer fotografia de rua, de arquitetura e retratos ambientais, mas acho extremamente caro, principalmente se compararmos com os preços das 24-70mm f/2.8 ou, mesmo, a 24-105mm f/4 que já cobrem esta distância focal.
  • Canon EF 85mm f/1.8 USM — esta lente está, não só nos meus sonhos, mas na minha lista de compras futura (só não sei quando).

Destas 2 lentes, a que mais desperta a minha curiosidade é a 28mm f/2.8 IS USM. A grande abertura do diafragma, aliada à estabilização óptica, me fazem sonhar em fazer fotografia noturna na rua com ela.

Objetiva Canon EF 28mm f/2.8 USM, com estabilização óptica.

A favor da 28mm, também pesa o fato de que é uma lente um tanto difícil de encontrar.

Qual a objetiva dos meus sonhos entre 500 e 1500 dólares?

Dentro desta gama de preços, 2 lentes povoam os meus sonhos mais “molhados”:

  • Canon EF 24-105mm f/4L IS II USM — esta seria uma lente muito básica e que muita gente descarta por já vir no kit de algumas câmeras full frame (no meu não veio!). Esta objetiva também está na minha lista de compras.
  • Canon EF 50mm f/1.2L USM — Na contramão da maioria, o que mais me atrai nesta objetiva, não é a abertura máxima, mas o weather sealing, a resistência a respingos e poeira, também presentes em (quase) todos os equipamento da série L.
Objetiva Canon EF 50mm f/1.2 L USM.

Pessoalmente, me sinto satisfeito com a qualidade das minhas atuais cinquentinhas, mas, se alguém me oferecesse uma lente, nesta faixa de preços, a minha escolha recairia na 50mm da série L.

Qual a objetiva dos meus sonhos até US$ 3,000.00

Aqui, as objetivas estão bem acima da minha faixa salarial e não há nada que poderia, realisticamente, ir para a minha lista de compras, hoje.

Eu sonharia basicamente com estas 2 lentes:

  • Canon EF 35mm f/1.4L II USM — uma grande angular, da série L, com um projeto moderno e uma grande abertura de diafragma.
  • Canon EF 85mm f/1.4L IS USM — uma teleobjetiva curta, também da série L, com um projeto moderno, grande abertura e estabilização óptica.

Por um minuto, pensei “se fosse dado, escolheria a mais cara…” 😉

Canon EF 85mm f/1.4 L IS USM

Contudo, imaginar o #bokeh que eu poderia obter nos retratos com a 85mm f/1.4 me faria escolher esta objetiva, apesar de ser “a mais barata” das duas.

Chutando o balde: sem limites pra sonhar

Tenho certeza de que a diversão seria garantida, se eu optasse por este bundle de objetivas Zeiss, com 3 unidades:

  • Otus 28mm f/1.4 ZE
  • Otus 55mm f/1.4 ZE
  • e Otus 85mm f/1.4 ZE.
Otus 28mm f/1.4 ZE, Otus 55mm f/1.4 ZE e Otus 85mm f/1.4 ZE Lens

Este kit é voltado para vídeo e cinema, contudo eu adoraria brincar com elas na minha câmera “normal”.

A série de objetivas Zeiss Otus é fruto de um projeto apocromático e utiliza o conceito (registrado pela Zeiss) Distagon para reduzir distorções.

As lentes usam elementos de vidro parcialmente anômalos e outros asféricos para, virtualmente, eliminar quaisquer aberrações esféricas ou cromáticas.

São monstruosas e perfeitas.

Links das lentes citadas

Alguns dos links, abaixo, são afiliados. Se vocẽ fizer uma compra a partir de um deles, não vai pagar absolutamente nada a mais — e eu ganho alguns centavos 😉

Fotografar flores, depois da chuva, no quintal, com a “cinquentinha” da Canon.

A Canon EF 50mm f/1.8, não é uma objetiva macro. Mas oferece nitidez o suficiente para fazermos um bom recorte nas fotos e obtermos uma aproximação (ou “zoom digital”) para realçar melhor alguns detalhes.

Não que isso seja necessário, já que a lente tem capacidade para focalizar objetos a partir de 45 centímetros de distância — o que é bom o suficiente, na maioria das vezes.

Tudo fica mais lindo, depois da chuva, não é? Pétalas molhadas de hibisco..

Demorou vários anos, décadas talvez, para finalmente ter uma pequena variedade de flores no meu quintal (ou jardim…)

Em tempos em que é mais seguro ficar dentro de casa, enquanto a pandemia e os loucos vociferam nas ruas, as flores são um ótimo assunto para fotografar — ora com o celular, ora com a câmera (tanto faz, não é?)

Ixora chinensis ou “Ixora chinesa”.

Usei o modo AV (prioridade de abertura), na máquina fotográfica e saí pegando tudo que via no quintal, a f/2.8.

Acho que estas vão para o Instagram. Se você tiver uma conta lá, me marca, se quiser que eu veja as suas fotos — ou coloca o seu flickr nos comentários 😉

Violeta chinesa, ou asystasia gangetica em meio a folhas verdes.

Por fim, me desculpem… mas eu tinha que experimentar a foto da pétala do hibisco em preto e branco.

Pétala de hibisco, com gotas d’água em preto e branco.

Referências

Lente Canon EF 50mm f/1.8 STM

Outro site com fotos da Asystasia

Ixora chinensis, Flores e Folhagens

Verbete sobre os hibiscos, na Wikipedia

Os problemas do Instagram para os fotógrafos

Como meio de divulgação do trabalho, o Instagram é uma boa opção para fotógrafos.

A plataforma torna fácil a divulgação de seus posts e de seu perfil dentro da comunidade local e, provavelmente, é a melhor plataforma para encontrar clientes dentro da sua cidade.

Acredito que seja também uma excelente ferramenta de comunicação com os clientes.

As limitações começam a surgir, quando passa-se a querer algo mais ou quando trabalha-se com um tipo de fotografia diferente do mainstream. Vamos analisar alguns destes obstáculos.

Sinta-se à vontade para compartilhar comigo e com os outros leitores o que você pensa sobre o Instagram para a comunidade de fotógrafos.

Os preconceitos na censura

Divulgar o seu trabalho, entre clientes e seguidores, aparentemente é muito fácil para quem é fotógrafo de retratos, ensaios, eventos, paisagens etc.

Mas fica complicado lidar com a censura, para quem faz um trabalho de retratar corpos nus de clientes. É uma briga constante e, por vezes, completamente inútil para você.

Os donos do Instagram, aparentemente, têm problemas com o sexo, a nudez masculina e feminina e com os seios das mulheres.

Há muitos fotógrafos e fotógrafas que fazem trabalhos lindos — estética e filosoficamente — envolvendo a nudez das pessoas.

O pessoal que determina as regras, no Instagram, infelizmente, não consegue entender isso.

A perversidade do algoritmo

Se acredito que a censura é realmente a parte perversa da plataforma, o algoritmo chega a ser ilógico e estúpido — e, não. O algoritmo não é neutro. Ele carrega todos os preconceitos e perversidades de quem o criou. Sempre.

Entendo que o Instagram cobre para promover os seus posts, o seu perfil etc. — mas, ao mesmo tempo, exibir conteúdo de qualidade já dá bastante lucro para a plataforma.

Não faz sentido esconder foto bonita, apenas por que “não pagaram para mostrar”.

Na verdade, se você produz conteúdo, o que faz sentido é a plataforma te pagar, mais ou menos nos moldes do Youtube.

É um algoritmo (propositadamente?) ineficiente para nos livrar de discursos de ódio e desinformação (fake news, mentiras, calúnias…). Por outro lado, já vi imagens de pessoas comendo carnes cruas sob um filtro de desfoque, alegando que o conteúdo é “sensível”.

Na minha percepção, o algoritmo privilegia posts inúteis (quando não são ofensivos) e dificulta a exibição de conteúdo de qualidade.

Eu tento fazer a minha própria “curadoria”, curtindo apenas o que eu gostaria de continuar a ver na minha time line, mas é difícil “ensinar” o algoritmo a parar de mostrar futilidades.

Neste sentido, participar de grupos de fotografia, no Facebook pode ser mais interessante para quem deseja ver apenas conteúdo de qualidade e, eventualmente inspirador.

A comunidade do Instagram

O Instagram, para poder crescer, jamais poderia privilegiar a minúscula comunidade de fotógrafos. Ainda bem — pois, se fizesse isso, a plataforma não lhe serviria para se comunicar com os seus clientes.

Você ganha de um lado e perde de outro.

O Instagram é péssimo para quem deseja apenas compartilhar boas imagens e se inspirar. Para isso, aliás, existe o 500px, o Behance, o Flickr etc. Até o Facebook, como já disse, é melhor, neste sentido.

As suas fotos não são ruins, por que ganham poucas curtidas. É que a comunidade não é especializada ou interessada em fotografia. Só isso.

Acredito que adotar um conceito de grupos, seria bem salutar para o Instagram — aonde você pudesse ver feeds separados/isolados por interesses. As próprias hashtags poderiam ser úteis neste sentido — mas a plataforma subutiliza completamente o recurso.

Minha conclusão

Use o Instagram, como fotógrafo(a) profissional, para se comunicar com sua clientela. Se for o caso, pague para divulgar o seu trabalho dentro da plataforma.

Mas mantenha o seu portfólio sempre dentro do seu site, sob as suas regras. Isto é muito importante.

Se for o caso, troque o Instagram pelo Facebook, para contatar a sua clientela — com a vantagem de que este é mais completo.

A Fujifilm X-S10 é uma câmera APS-C sexy e divertida, voltada para fotografia de rua e vlogging.

Mesmo sendo um Canon shooter, não posso negar que alguns produtos me atraem em outras marcas.

Na Fujifilm, me atraem o design das câmeras, as cores das imagens e os recursos dos softwares embarcados nos equipamentos. A empresa realmente se empenha em agradar os clientes e oferecer câmeras para quem prefere o estilo SOOC — Straight Out Of Camera, ou seja as imagens prontas da câmera, sem a necessidade de passar pela pós-produção.

A X-S10, vai muito além do estilo, como espero mostrar no decorrer deste texto.

As especificações da Fujifilm X-S10

Obviamente, não dá para medir uma câmera pelas especificações. Mas é um começo.

Resolução em megapixels26 MP
SensorAPS-C BSI-CMOS
Estabilização do sensorSim
Núm. de pontos de Autofoco425
Recursos de vídeo4K 30fps
FullHd 240fps
Fotos por carga da baeria (CIPA)325
Algumas especificações da câmera

A duração da bateria não surpreende

Este é o ponto em que os fabricantes precisam trabalhar mais para melhorar: a duração das baterias.

Na minha modesta opinião, o ideal a ser alcançado é 1000 fotos a cada carga. Sei que há uma longa jornada para chegar lá… mas só estou idealizando.

Usualmente, as pessoas conseguem ultrapassar a quantidade de fotos por carga definida pela CIPA. Portanto, não surpreenderia se alguém dissesse que conseguiu fazer 500 fotos, antes de ter que voltar pra casa, com esta câmera.

Isso não é ruim, para hobistas. Para uso profissional ou para viagens, contudo, seria interessante adquirir uma ou duas baterias extra.

Vale ressaltar que este modelo não tem weather sealing, ou seja, resistência aos elementos, como poeira, respingos de água. Tenha cuidado ao sair com ela para rua, em climas chuvosos.

Ergonomia e usabilidade

A câmera tem um grip maior que outros modelos, o que torna mais confortável e seguro andar com ela nas mãos. Odeio pendurar câmera no pescoço 😉

A tela do liveview se abre completamente, como nas Canon, o que vai agradar muito aos vloggers e a vários outros fotógrafos.

Imagem: http://fujifilm.com.

O dial principal tem 4 posições customizáveis, às quais os usuários podem associar funções específicas de focagem, qualidade de imagem e ajustes de tiro.

Você pode ter uma posição com tudo ajustado para fotografia noturna, outra posição para fazer retratos, uma terceira apenas para paisagens e a quarta para os filmes.

Resolução e sensor

Os 26 megapixels são ótimos para um sensor APS-C (com iluminação traseira). A faixa de ISO vai de 160 a 12800 — expansível para 80 a 51200.

A estabilização do sensor pode ajudar a manter os valores de ISO sempre baixos.

Vídeo da Fujifilm, mostra a estabilização do sensor dentro da X-S10.

Resolução do liveview e do viewfinder

A tela traseira em LCD, também chamada liveview, é totalmente articulável e tem resolução de 1 milhão de pixels.

A telinha do viewfinder, aonde você coloca o olho, tem resolução de 2.360.000 pontos — normal, nesta faixa de preço.

Vídeo

A Fujifilm X-S10 tem 16 modos de gravação de vídeo.

Modos de gravação de vídeo na Fujifilm X-S10.

O que chama a atenção, pelas possibilidades que oferece, é a gravação em Full HD, a 240p. Você também pensou em slomo?!

Opções de conexão

Como já é comum, nas câmeras atuais, ela permite conexões via Wi-Fi 802.11b/g/n e Bluetooth 4.2.

Com isto, há possibilidades de transferir imagens pro celular, e trocar informações com o GPS do smartphone, para gravar coordenadas nas suas imagens.

Recursos de software

Além dos inúmeros filtros que a Fujifilm tem embarcado em suas câmeras, outros recursos ajudam a tornar a máquina um centro de diversões para quem curte sair para fotografar e filmar.

A função HDR tem 4 opções de gradação, além da automática.

O modo Panorama (bem como o HDR e múltiplas exposições) pode ser selecionado, a partir de um botão — sem a necessidade de percorrer um labirinto no sistema de menus.

Manual da Fujifilm X-S10: selecione a opção de foto em panorama a partir do botão “drive”.

Por falar em múltiplas exposições, o recurso oferece 04 modos de fazer o blending de imagens: Additive, Average, Bright e Dark.

Isto, entre outras coisas, fazem do software da câmera um programa incrível e capaz de proporcionar muita diversão.

O ponto negativo seria o fato de que estes recursos consomem bastante energia. Novamente, recomendo a aquisição de uma bateria extra, para você não ter que voltar mais cedo pra casa.

Conclusão

Posicionada na faixa de preços das Canon EOS 6D Mark II + lente 50mm f/1.8 e EOS RP + 24-105MM f/4-7.1 IS STM, a fujifilm X-S10 tem preço muito competitivo (com uma lente Fujinon 27 f/2.8 incluída).

CâmerasPreços aproximados
EOS 6D Mark II + lente 50mm f/1.8€ 1651,00
US$ 1,990.00
R$ 10.750,00
EOS RP + lente 24-105MM f/4-7.1 IS STM€ 1751,00
US$ 2,111.00
R$ 11.400,00/
Fujifilm X-S10 + lente Fujinon 27 f/2.8€ 1702,00
US$ 2,052.00
R$ 11.082,00
Comparação dos preços das câmeras.

Quando olhamos a tabela de preços e os recursos tecnológicos de hardware e software que vêm embarcados, a Fujifilm X-S10 é de dar água na boca, não é?!